Esculturas com pastilha elástica

 Escultura Arte Pastilha Elastica Chewing Gum America Maurizio Savini

Provavelmente nunca ninguém se lembrou de utilizar pastilha elástica para esculpir e é pena, porque parece ser um material cheio de potencialidades dúctis e expressivas. O efeito obtido por Maurizio Savini é realmente espantoso.

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Pintura com espátula – Leonid Afremov

leonid afremov pintura tinta oleo espatula

Leonid Afremov é um pintor moderno que se caracteriza fortemente pela pintura de alto contraste, contraposição de cores e técnica de pintura a óleo com espátula. Nasceu em 1955 na Bielorrússia e mais tarde se estabeleceu em Israel. Graduou-se em arte na Fundação Vitebsk Art School, fundada por Marc Chagall em 1921, por onde também passaram Malevich e Kandinsky. Atualmente Afremov reside na Flórida.

Seus traços adotam um sentimentalismo apaixonado, onde as cores, apesar de fortemente contrastadas e contrapostas furtivamente, carregam um tom de romantismo noturno e úmido. Na maioria de suas paisagens é noite, mas apesar disso todas as cores possíveis podem se encontrar ali, tornando o quadro uma noite carregada de luzes intensas, o que traz para sua pintura um tom onírico. Suas noites parecem sempre ter acontecido depois de uma chuva, daquelas que espantam todos da rua, e sobram apenas o cheirinho de mato molhado e algum passante de guarda-chuvas.
leonid afremov pintura tinta oleo espatula

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As verdadeiras cidades de metal de Peter Root

cidade grampos agrafos metropole Peter Root

“Interessa-me criar uma forma de arte que reconheça e se utilize de aspetos materiais do mundo que me rodeia, sem respeitar necessariamente a função para que foram designados: objetos, tecnologia, software, comida, som, entre outros. Estes elementos são os meus pontos de partida para a exploração do meu trabalho”, afirma o artista na sua página web.

Na verdade, Peter Root construiu já outras peças igualmente fascinantes a partir de batatas, sabonetes e até microfones.

cidade grampos agrafos metropole Peter Root

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O Hiper-realismo de Terry Rodgers

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Todos os dias, os media divulgam os retratos da vida perfeita dos protagonistas do jet-set. As festas fabulosas, as roupas que todos nós gostaríamos de ter e não podemos comprar, a conjugação perfeita entre a beleza e a juventude. O norte-americano Terry Rodgers desconstrói esse mundo de luxo e prazer através de uma representação hiper-realista e dinâmica de figuras, corpos e cenários em telas de grandes dimensões.

E se as personagens presentes nas pinturas a óleo do artista não poderiam parecer mais reais, há simultaneamente um apelo ao subconsciente que invade a sua arte: as composições de Terry Rodgers não são documentais; são antes ficções cuidadosamente construídas, em que o jogo de corpos, poses e expressões não é deixado ao acaso.

A sociedade actual é a grande protagonista dos quadros de Terry Rodgers, onde a promiscuidade emerge como tentativa desesperada – e falhada – de estabelecer contactos, relações com o mundo exterior, ilustrando a profunda solidão dos nossos tempos. Esta é uma geração vulnerável, que já não tem medo de expôr o corpo porque não sabe como expressar o seu interior.
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kumi yamashita

Bom dia a todos!

Hoje estava a navegar na Internet, quando abri um site muito interessante sobre artes, nesse site deparei-me com um post curioso sobre projecção de sombras.

luz sombras kumi yamashita

Yamashita leva a cabo uma arte que é de assombrar: jogando com a manipulação da iluminação, das formas e do movimento, cria sombras que iludem o espectador, originando formas que são, no mínimo, inesperadas. Considerada a mágica das sombras, a autora utiliza a disposição da luz num ângulo oblíquo para criar este truque visual. Um simples ponto de exclamação colocado na parede, quando ilumidado tem uma sombra de ponto de interrogação. Ou um círculo de metal que produz uma sombra de um quadrado perfeito. Apesar de parecer bastante simples, a concepção deste efeito é bem mais complexa do que aparenta. Vejamos, por exemplo, o conjunto de números cuja sombra nos mostra uma mulher de perfil apoiada num corrimão.

Kumi Yamashita viveu a maior parte da sua vida fora do seu país de origem, o Japão, estudando nos EUA desde 1984, e contando já com mais de dez exposições individuais nos EUA, Turquia, Singapura e Japão. As sombras que usa para trabalhar transparecem essa mesma variabilidade, dando ao seu trabalho um carácter tanto temperamental como filosófico.

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Solar City Tower

A torre das Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro.

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O desafio passou por conceber uma estrutura vertical localizada na ilha de Cotonduba que, além de ter a função de torre de observação, se torne num símbolo de boas-vindas para quem chegar ao Rio de Janeiro por via aérea ou marítima, uma vez que esta será a cidade anfitriã dos próximos Jogos Olímpicos.

Projectada pelo gabinete RAFAA, nascido em Zurique, na Suíça, e denominada «Solar City Tower», esta estrutura foi escolhida como a resposta adequada à proposta inicial e tem a potencialidade de gerar energia suficiente não só para a aldeia olímpica, como para parte da cidade do Rio.

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Júnior Lopes – Rostos de Pano

Utiliza retalhos dos mais diversos tecidos, confere novas cores e texturas a caras já tão familiares em todo o mundo. Júnior Lopes é também cartunista e caricaturista, sendo que as suas criações já preencheram as páginas de publicações como a SuperInteressante, a Rolling Stone e a Folha de São Paulo. Recentemente, a revista Gráfica, considerada uma das referências em design e artes gráficas no Brasil, dedicou a sua capa e várias páginas aos trabalhos feitos em diversos tecidos pelo artista residente em São Paulo.

A sua criatividade já foi exposta além-fronteiras, em Moçambique; o génio do artista é também apreciado na Alemanha, em Itália e em Cuba, países de onde já surgiram diversas propostas que Júnior Lopes está agora a estudar.

artista brasil junior lopes plastico

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Logos da Google

 

Tenho a certeza que todos vocês já os viram numa ou outra ocasião: são os Logos da Google. Esta utiliza-os para comemorar ocasiões especiais e datas importantes relacionadas com cada país ou com o Mundo. Os logos são desenhados pelos designers da Google, ou por qualquer fan.

Projeto Vénus

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Vénus, crepúsculo de uma tarde extremamente solarenga. Jacque Fresco coloca, com a meticulosidade reflectida na precisão com que gesticula e maneja incrivelmente detalhadas miniaturas, o último andar de um edifício-maquete de mais uma visão arquitectónica futurista. Roxanne, sua companheira e ajudante, alimenta um entusiástico debate com um grupo de visitantes sobre um tempo que há-de vir, com bolinhos de laranja acabados de fazer e sumo de ananás fresco. Situado a cerca de 40 milhões de quilómetros da Terra, o planeta Vénus é um corpo celeste que brilha continuamente durante o dia e durante a noite no céu terrestre. É uma luz continuamente presente, algo que nos faz lembrar onde estamos e quem somos.

À distância dos mesmos 40 milhões de quilómetros de Vénus encontra-se Vénus, na Flórida, Estados Unidos da América. É lá que se concentram os indícios de uma civilização que aguarda por acontecer. É lá que se reestrutura o nosso Futuro, que se criam as bases de uma nova humanidade. Bem-vindos à base de operações do Projeto Vénus.

Crime, poluição, prisão, falência, corrupção. Jacque Fesco apresenta-nos uma aliciante hipótese para solucionar estes problemas. Parece uma utopia. E é, mas as utopias do Passado são a realidade do Presente, e Jacque propõe, simplesmente, reestruturar toda a sociedade, e o quanto antes. Parece um bom plano.

O Projecto Vénus é um projeto denso, com os pés bem assentes na terra, que, envolvendo uma diversificada panóplia de paradigmas, cimenta muito bem a teoria e a prática de uma nova, e certamente admirável, futura sociedade. Vamos, com a minúcia possível, detalhar este planeta do Futuro.

O conceito-base aparenta uma certa simplicidade: de acordo com Jacque Fresco, a economia baseada no lucro (o actual sistema monetário) gera escassez, pobreza, crime, corrupção e guerra. Impede também o saudável desenvolvimento da tecnologia, que deveria ser utilizada para benefício da sociedade e não em prol da poluição, da construção de armas, da massificação do consumo, da alienação, entre outros. Ou seja, se a tecnologia fosse utilizada fora do âmbito do lucro, sobejaria espaço para uma maior abundância e distribuição de recursos, o que, consequentemente, se repercutiria numa drástica diminuição da corrupção, da ganância e egoísmo que caracterizam as sociedades desenvolvidas contemporâneas. Tudo isto em prol de uma atitude de cooperação.

Fresco acredita que é possível construir uma sociedade assim, em que as pessoas vivam vidas “mais longas, com mais saúde e com mais significado”. E como se consegue tal prodígio? Fácil: substitui-se a economia baseada no dinheiro por uma economia baseada nos recursos. Esta visão ressalta, finalmente, da observação de que os processos resultantes do sistema monetário, como o trabalho e a competição, corrompem a sociedade e afastam as pessoas do seu verdadeiro potencial. É nesta sociedade de cooperação e altamente tecnológica que o Projeto Vénus vê o escape da sociedade ao actual panorama eco-sociológico.

“É um sistema muito diferente e é muito difícil falar sobre ele porque o público não está bem informado o suficiente sobre a evolução da tecnologia”.  Jacque Fresco

Mas afinal quem é este senhor que ousa pôr em causa toda a estrutura social, e alega ter encontrado uma forma de criar uma sociedade nova, uma sociedade melhor? Designer industrial, engenheiro social, autor, futurista e inventor: Jacque Fresco.

Fresco tem trabalhado num amplo leque de temas, desde o campo da biomédica até à área dos sistemas sociais integrados. Agora dedica-se, a par com Roxanne, à construção de protótipos, experimentando constantemente novos materiais. Ambos vivem actualmente no centro de pesquisa do projeto, em Vénus, e inclusive habitam um destes protótipos.

Quando era criança, uma forma provocou em Jacque uma visão que desde então é a base das suas inúmeras maquetes de cidades, meios de transporte, meios de construção, veículos espaciais e, inclusive, modelos sociais. Essa forma é… a engrenagem.

E há mais: há o Metal-Memória. Este material pode ser totalmente deformado, retorcido de inúmeras formas e, depois de totalmente distorcido, quando sujeito a uma certa temperatura, volta exactamente à sua forma original. Assim, estruturas feitas de Metal-Memória podem ser comprimidas em pequenos cubos para serem transportados, normalmente para cidades construídas no mar, e aí expandir para a estrutura previamente construída. Quase instantaneamente veríamos um prédio emergir a partir de um pequeno cubo deste peculiar material, quase que por magia, sem truques.

O Projecto Vénus está, em parte, associado ao movimento Zeitgeist (do alemão “espírito do tempo”), cuja obra culminou na edição de dois filmes, ambos reflectindo a visão de Peter Joseph sobre o clima intelectual e cultural da nossa época. Ambos estão disponíveis gratuitamente na internet, legendados em português. O primeiro chama-se Zeitgeist: The movie (“Zeitgeist: O Filme”) e o segundo Zeitgeist Addendum. Neste segundo filme Peter Joseph introduz o Projecto Vénus. De salientar que ambos ganharam, nos respectivos anos de lançamento, a saber: 2007 e 2008, os prémios de melhor filme no Artivist Film Festival, em Hollywood.

Muito fica por dizer sobre o Projeto Vénus. Que este artigo seja a prancha para uma pesquisa individual mais profunda e, quem sabe, para um melhor entendimento do mundo e das soluções que nos apresentam, de forma a garantirmos um futuro muito mais solarengo.

A História verifica que nada é impossível de ser concretizado. As ideias futuristas de hoje poderão ser as realidades de amanhã. Atribui-se a George Bernard Shaw esta conhecidíssima frase que pode sintetizar a utopia de Jacque Fresco: “Alguns homens vêem as coisas como são e perguntam: “Porquê?” Eu sonho com as coisas que nunca existiram e pergunto: Porque não?”. Agora é a vossa vez.

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Parque Nacional Plitvice Lakes

Lago Natureza Parque Croacia Plitvice lakes

Uma das maiores atrações turísticas do país, o famoso Parque Nacional Plitvice Lakes (Plitvička jezera), na Croácia, desde 1979 integra a lista do Patrimônio Mundial da UNESCO devido a sua importância geológica e ecológica. Com os seus 30.000 hectares, montanhas de vegetação nativa abrigam 16 belos lagos de vários tamanhos ligados por cascatas.

Nos 22.000 hectares de densa floresta ao redor dos lagos vivem ursos, lobos e aves raras. De acordo com pesquisas do Central Bureau of Statistics da Croácia, de janeiro a setembro de 2009 o Parque foi a atração turística mais visitada do país. O Parque chegou inclusive à semifinal do concurso, iniciado em 2007, que elegerá as “novas sete maravilhas da natureza” até 2011.

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Lago Natureza Parque Croacia Plitvice lakes